Administração condominial, terceirização de serviços, segurança e vigilância. Sua vida, nossa segurança.

Cuidado com a gripe H1N1

 

O vírus causador da gripe H1N1 vem preocupando toda a população brasileira. Assim como nos outros tipos de gripe, este vírus também é transmitido de um indivíduo para o outro pelas vias respiratórias ou por meio de gotículas de saliva, mesmo antes dos sintomas estarem presentes.

Nesta época do ano, entre o outono e o inverno, quando os casos de gripe tradicionalmente aumentam, todos os cuidados preventivos devem ser tomados, pois, uma pessoa ainda sem qualquer sintoma pode já estar com o vírus e transmitir a doença.

Assim como a forma de transmissão, os sintomas da Gripe H1N1 também se assemelham aos dos outros tipos de gripe. Mas, esta gripe chama a atenção pelos sintomas de início mais abrupto e de maior intensidade como, febre alta, sintomas respiratórios, falta de apetite, cansaço e dor no corpo. Diante desses sintomas, a orientação é que a pessoa procure um atendimento médico o quanto antes.

Cuidados preventivos

Além das medidas comportamentais de evitar locais com aglomerações de pessoas, todos devem lavar frequentemente as mãos com água e sabão ou desinfetá-las com produtos a base de álcool e evitar colocar as mãos na boca, nariz ou olhos. Caso precise espirrar e no momento está sem um lenço nas mãos, utilize o antebraço para evitar que as gotículas espirrem nas outras pessoas.

Nas áreas em comum de condomínios residenciais como, elevadores, halls, áreas de lazer e entrada e saída de moradores e visitantes, peça à administração condominial que disponibilize frascos de álcool gel para assepsia e papel toalha para limpeza. A mesma orientação vale para as empresas, que devem oferecer aos seus colaboradores os mesmos recursos para higiene pessoal e evitar a contaminação pelo vírus da gripe.

Outro cuidado preventivo refere-se à vacina da gripe (anti-influenza) que é segura e eficaz. Seus efeitos colaterais são insignificantes quando comparados aos benefícios da prevenção de uma doença que pode evoluir para estágios mais graves e até, óbito.

Consultoria: Dr. Paulo Brambilla, médico geriatra, especialista em Cuidados Paliativos e Tratamento de Dor

Rolar para cima